Monday, November 30, 2009

Coisa que irrita...

... é gente que dá apertos de mão fraquinhos, com ar de quem não tem força na mão. Parece-me sempre aperto de mão, de gente com pouca personalidade.

Um perto de mão deve ser enérgico, sem ser excessivamente, deve ser um aperto, em que esteja implícito um reconhecimento da pessoa a quem se cumprimenta. É logo ali, uma apresentação física do tipo de pessoa que se tem à frente.

Bem, esta é a minha visão da coisa...

11 comments:

Lebasiana said...

EXACTAMENTE!

DETESTO APERTOS DE MÃO FROXOS, MAS TAMBÉM NÃO GOSTO DAQUELES QUE NOS DEIXAM AS MÃOS SEM PONTA DE SANGUE E SOBRETUDO AQUELES QUE NOS FAZEM QUASE DESLOCAR O OMBRO! LOL
HÁ ALGUNS... PERFEITOS!

lol

jinhos

Fuschia said...

Sim há pouco fui ao banco e o senhor eu-me um aperto de mão que mais parecia uma festinha. Não dá um ar de muita confiança.

Antígona said...

Um aperto de mão é SEMPRE um reconhecimento da pessoa que se cumprimenta. Os mãos moles - são moles, assim tipo sapos nhac

Paulo Lontro said...

Esse tema dá pano para mangas.

Além dos estilos de “aperto de mão”, há ainda os jogos de poder, a vantagem de quem vem pela esquerda.

Há a forma como se pode colocar a 2ª mão e como se estica o braço…

Se as pessoas soubessem a importância desse gesto……

aespumadosdias said...

A sério?! Eu cá detesto aperto de mão fortes. Os meus são normais.

aespumadosdias said...

A sério?! Eu cá detesto aperto de mão fortes. Os meus são normais.

L!NGU@$ said...

Concordo. Acho que uma pessoa diz logo muito de si num aperto de mão.

Miss Kin said...

aespumadosdias, os apertos de mão devem ser firmes, não fortes, que esses magoam...

Laidita said...

Parece que estou a apertar um peixe morto! Detesto! Acontece muito com as mulheres. Firme não significa apertado, não é?

Almofariza said...

Concordo com cada palavra do Lontro.
Um aperto de mão revela muita, mas muita coisa e mais ainda quando quando se observa o que se faz com a mão esquerda.

Cad~es
Almofariza

fd said...

Um tópico muito cativante, com uns bons desenvolvimentos pelo Paulo Lontro.

Oscilo entre achar graça e detestar os apertos de mãos moles, como se estivesse a apertar uma lula mas sem a gosma.