Thursday, August 31, 2006

Ciclos da maré

Muito tempo já passado, mas o nó, meia volta, volta a apertar... Não consigo chegar ao âmago desta questão, já que me capacitei de que ninguém me devolve os anos perdidos, ninguém consegue sarar as minhas feridas (há quem ajude), ninguém consegue recuperar a minha "inocência" afectiva, só eu é que posso conseguir libertar-me disto, mesmo assim continuam a haver dias assim.
O que é certo é que paralelamente áquilo que acontecia antes, quando achava que já tinha ultrapassado a pessoa, ela voltava em força para reclamar o espaço que achava ser dela por direito; neste caso não volta a pessoa, mas o rasto de destruição que ela deixou.

Raio de ciclo!!!

1 comment:

L.B. said...

Não há nada como o tempo para sarar as feridas,
mas a aprendizagem com a sua própria vivência é que nos faz ir mais longe, e cada vez com mais ferramentas para conseguir ultrapassar os bloqueios da nossa consciência.
Procurando a paz ela vem ao nosso encontro quando pensamos realmente nas coisas boas da vida e naquilo que amamos

Beijo