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Wednesday, September 08, 2010


Segunda-feira fui ver este filme, fui à toa, porque ainda nem tinha visto o cartaz, mas como era com o Adrien Brody, lá fui...

Por favorzinho, não cometam o mesmo erro que eu. O filme é mau, fraquinho mesmo, nada que valha a pena gastar o vosso dinheirinho.

E é só isto.

Tuesday, June 08, 2010

The movie and my closet


Ontem fui ver o Sex and the City 2 e hoje de manhã, quando me fui vestir, o conteúdo do meu roupeiro pareceu-me obsoleto...

Thursday, March 11, 2010

Alice no País das Maravilhas II

O que dizer do cinema em 3D... Que não me acrescentou absolutamente nada ao filme, nada!
Para além de se ter que usar uns óculos pesadíssimos, o que juntamente com os que eu já tenho, faz com que para além de não ter nariz para tanto óculo (que não tenho mesmo), me tivesse ficado a doer a cana do nariz e de marcas vermelhas, logo a seguir aos óculos que uso... Muito lindo!
E pronto, se calhar sou só eu, mas não faço questão de voltar a ver um filme em 3D.

Alice no País das Maravilhas I


Muito giro o filme. Entretém. Todo aquele mundo Burton, é sempre muito fora, tem sempre pormenores muito bem pensados, ou muito bem imaginados, um deles. Deve ser interessante uma viagem dentro daquela cabeça, não a gigante que tem a Rainha de Copas neste filme, mas a de Tim Burton.
Estava à espera de mais da história... Se calhar não dava para inventar muito mais, não sei, já não me lembro bem da história dos livros.

O que são sempre boas, são as personagens interpretadas por Johnny Depp, Helena Bonham Carter, desta vez o Chapeleiro Louco e a Rainha de Copas respectivamente. Tanto um como o outro foram feitos para este tipo de personagens onde interpretam figuras de personalidade particular e pouco comum. Cada um deles vive esta personagem de tal maneira que nos faz esquecer todas as outras onde já os vimos.
Adorei!

Tuesday, March 02, 2010

Por partes II

Voltando ao Up in the Air, hoje vou falar de como mudam as nossas exigências com a idade. No filme há um diálogo muito bem conseguido sobre este tema, entre os três personagens principais.
Eu nunca fui de, como conheci garotas, de definir um tipo de pessoa que queria ter para mim,que profissão teria, hobbies, em que idade tudo deveria já estar consumado, etc (nunca pensei nisso, a única coisa que não consigo mesmo é ter um homem baixo - desculpem os visados, mas há coisas que não dá mesmo).

Mas o que é certo, é que já fui acusada de ter a fasquia muito alta, o que eu não concordo, mas pronto. De qualquer forma, para quem tem essas exigências, tipo lista de supermercado, daquilo que deve ter e ser o homem dos sonhos, dá conta que com o passar dos anos a lista vai diminuindo drasticamente, chegando a ficar quase nula, como diziam no filme "já é uma sorte se tiver cabelo!".
E aqui a meu ver, não tem a ver com o ficarmos desesperadas e marcha tudo. Não. penso que as exigências passam para outros campos, para coisas não tão visíveis como a cor dor olhos ou o carro que conduz, mas a piada genuína que tem, a atenção aos detalhes que demonstra, ou o quão genial é na cama.
E a check-list inicial, passa a ser só um esboço ridículo de uma pessoas que ao existir, nem nos faria feliz!

Thursday, February 25, 2010

Por partes


Ontem vi o "Nas Nuvens" e como tirei tantas coisas do filme, vou falar delas por partes, em posts separados.

Hoje não vou falar da tal mochila, já vários posts foram feitos sobre ela, e sobre o que cada um levaria lá dentro, vou falar antes de como cada vez mais há pessoas que levam cada vez menos nessas mochilas, que cada vez mais se distanciam do resto das pessoas, que levam as relações numa base superficial e não são só as relações amorosas, mas todas as relações interpessoais, mesmo com a família e os amigos. Passam a ideia que o que levam desta vida é o que vivem, independentemente da companhia que têm em cada momento, e que essa companhia está lá um bocado por acaso, porque o essencial, são eles próprios e as suas necessidades.

Não é difícil encontrar, como o personagem principal da história, pessoas que prefiram que ninguém esteja por perto, que fazem a vida no meio de pessoas, mas que não sabem, nem querem saber nada delas, assim como não têm necessidade que se saiba nada delas próprios.

Acho que esse tipo de pessoa acaba por ter quase que um iman, porque nós, seres humanos, temos o nosso quê de masoquistas e mais depressa damos atenção a quem não "está nem aí" para nós, do que aos que estão sempre por perto... Bem, mas isto já são outros 500.

Resumindo e concluindo, estas pessoas que parece que vivem dentro de uma bolha existem e são felizes assim, não sei como, é certo, mas são. Agora, nunca tiveram, ou terão, necessidade de um/a co-piloto/a?

Monday, February 15, 2010

Under the Tuscan Sun


Diz que há um caminho de ferro entre Veneza e outra cidade que não me lembro, que foi construído muito antes de haver um comboio que andasse neles, porque sabiam, que eventualmente iria haver.
E isto foi o que mais tirei deste excelente filme, que estou para ver desde que esteve no cinema, o facto de podermos (e devermos) ir "construindo o espaço" para as coisas que queremos ter, porque mais tarde ou mais cedo elas irão "morar" nele.

Construindo...


(há ali no filme um ou outro cenário com um ar muiiiiito fraquinho, de plantado, mas tirando isso, muito bom!)

Monday, January 04, 2010

Avatar - The movie (atenção contém spoilers)

Ando desde sábado para fazer este post e não tem havido tempo.

Fui ver o Avatar, não era filme que tivesse especial curiosidade de ver, mas que me surpreendeu a vários níveis.
Vou começar por dizer que, aquela história história de que levou 15 anos a fazer, bem, não acho que seja para tanto, o trabalho em si; acredito mais que ele tivesse esperado esse tempo até ser inventada a tecnologia que lhe permitisse fazer o filme da maneira que ele o imaginou, nada mais do que isto.
De resto o filme absorveu-me por completo, apesar das horas de filme, que vi sem intervalo, nunca chegou a ser cansativo.

A historia não é nada do outro mundo, mas a ideia base do planeta está muito bem concebida, a ligação e o respeito entre todos os seres vivos, entra-nos na mente e no peito... O que nos leva àquilo que me fez escrever este post.
Este filme foi para mim, um verdadeiro festim para a visão. Da fauna à flora, teve influências claras do mundo marinho, e outras da altura dos dinossauros (recuso-me a escrever dinossaurios!). Para não falar das cores, de todo aquele mundo de luz e cor, em que aquela terra se transformava quando chegava a noite, contrastando com a selva verde do dia.

Estas são as poucas imagens que encontrei na net, que traduzem um bocadinho do que estive a falar aqui.
Enjoy!

Jake Sully e Neytiri

Tsu'Tey e outro guerreiro Na'Vi

Jake Sully 1ª noite

As cores da noite




A sério que me senti preenchida de beleza quando saí da sala, o que me fez feliz.

(não vou dissertar sobre o facto de o nome do povo daquele planeta se chamar Na'vi e ser azul... nem daquele metal que eles querem se chamar Unobtainable...)

(ah revi-me um bocadinho naquele ser extremamente esguio que é a azulinha, mas eu ao menos tenho 5 dedos em cada mão!)

Saturday, December 12, 2009

Sem ter uma coisa a ver com a outra...

...vi este filme há bocado...


...e como entrava nele um actor, cujo nome não faço a mais pequena ideia (nunca esqueço uma cara, mas nomes...), que já não via em lado nenhum há imenso tempo, mas que fazia uma das minhas séries favoritas de todos os tempos, o Coupling



Série genial!


As sucessões de ideias são piores que as cerejas...

Friday, September 25, 2009

Maratona cinematográfica de ontem

Já quase no fim-de-semana, venho hoje falar dos filmes com que fomos presenteados no sábado passado. Dois filmes seguidos, à boa maneira da RTP2, ou seja, sem intervalos. Só tenho que agradecer, porque já andava para ver estes filmes há uns bons tempos e nunca se tinha proporcionado.
E os filmes foram, "Sideways" e "Magnólia".



Dois filmes realmente muito bons que nos falam da condição humana, o primeiro fala-nos de sonhos que se vão perdendo pelo caminho e o segundo de pessoas cuja história de vida ditou muitos dos comportamentos futuros e a forma como levam a vida.

Imperdíveis os dois! Só tenho pena ter levado tanto tempo para vê-los.

Monday, September 07, 2009

Cinema de fds (parte III)


Uma, quase paródia, aos bons profissionais.
Neste caso era um óptimo polícia, que por ser tão competente, acabava por deixar mal os outros colegas que não faziam metade...
A história tem algumas reviravoltas que dão cabo da cabeça, coisas realmente do arco-da-velha, mas que valem muito a pena!

»o filme não tem nome em português porque não chegou a sair cá.

Cinema de fds (parte II)


Vamos então aqui lançar a polémica do dia.

Achei o filme do mais pobrezinho que há, o rapaz não tem assim tanta piada, só mesmo com todo o envolvimento de se ser um vampiro é que o tornou minimamente interessante, ainda assim, há uma série de coisas que não batem e outras que são só parvinhas.
Filme para adolescentes e pré-adolescentes, é como eu o catalogo, não sei se não sou a 1ª, mas como houve tanto alarde à cerca do filme e começaram logo a sair livros em barda, sucessos de vendas (tenho para mim que essa faixa etária não seja muito de leituras), achei que fosse um filme para adultos (mais adultas, porque nestas coisas dos romances, os homens acabam por passar).
Fiquei mesmo muito desiludida.
É um filme que se vê bem, mas em casa, se não houver mais nada para fazer...
Na história, há muitas coisas que não fazem sentido, a 1ª é que, se aquela família está naquela terra desde o tal tratado com os índios, e têm sempre a mesma idade, as pessoas da terra já teriam dado conta que eles não envelhecem e também não ajuda para o caso, o facto de eles se matricularem sempre na mesma escola (sim porque ao viver desde sempre ali, e aquela terra ser no meio de nenhures, não há propriamente muitas escolas onde eles possam andar... Depois há a parte em que se os vampiros não se aguentam muito bem ao pé das pessoas por causa do cheiro a sangue (o namorado da Alice Cullen, quando se chegou ao pé da Bella vacilou, e eles explicaram que ele era "vegetariano" há pouco tempo), como é que frequentavam a escola?
Até aquela parte, estranhíssima, de fazerem um ajuntamento para irem jogar basebol (?), coisa que só faz sentido para os americanos, aquilo foi para quê, para se parecerem com os humanos, neste tipo de hábitos terrenos? E a história da trovoada? Acabei por não perceber porque era tão importante jogarem com trovoada. Fui só eu?!

Bem tudo isto para dizer que é um filme que se vê bem, num domingo de chuva (não foi o caso, mas pronto), mas que não entra de todo, para a lista de filmes bons e que recomendo.

Sunday, September 06, 2009

Cinema de fds (parte I)


Fui ver sexta-feira o "Inglorious Basterds", que é como quem diz os "Sacanas sem Lei".
Numa palavra, GENIAL!

Estava com um certo medo das duas horas de nazismo que tinha pela frente quando me sentei na cadeira do cinema, mas mesmo com intervalo pelo meio, não dei quase pelo tempo passar.
Percebo agora o porquê de não se ter conseguido tirar partes ao filme (li não sei onde,que se dizia que o filme era muito longo e que tinha sido feita uma tentativa de cortar cenas), todas as cenas são importantes, todos os movimentos, todas as imagens e até todas as paragens.
Está absolutamente fantástica, a maneira como ele reinventa a história e até faz com que se tenha uma certa pena dos Nazis.

E mais uma vez Brad Pitt a fazer um trabalho digno dos melhores (não falando da parte em que continua a envelhecer muito bem), no papel de L.T. Aldo Raine (Aldo The Apache) faz uma personagem tão bem construída que quase esquecemos todas as outras que ele já interpretou. Mas melhor melhor foi Christoph Waltz na pele do Coronel Hans Landa, personagem que aliava a inteligência, cultura, simpatia e boa educação aos requintes de malvadez.

Em suma, mais um brilhante trabalho, ao género de Quentin Tarantino, para ver o mais depressa possível! Vocês vão querer esta experiência nas vossas vidas.

(aviso à navegação, o filme é falado em quatro línguas, francês, alemão, inglês e um apontamento de italiano, mas com o mesmo tipo de banda sonora de western velho do costume)

Saturday, May 02, 2009

Terror à hora do lanche

Estranhamente ao chegar a casa, estava a começar um filme de terror... E isto eram 6 da tarde! O filme chama-se "Dark Water" (Águas Passadas) e é do mesmo realizados do "The Ring - O aviso", e o ambiente é o mesmo, escuro, tem a ver com fantasmas e tem todas as coisas que os filmes deste género têm.
Como achei que deviam ter-se enganado na "cassete", fui ver o site da SIC e lá estava, o filme diz que é para maiores de 12 anos, como não fiquei satisfeita, porque achei que era um engano qualquer, fui ao site do próprio filme e lá estava


É para maiores de 13, mas supervisionados pelos pais e nem é para todos...
Esta mensagem não deve ter chegado a quem escolhe os filmes, para ser passado àquela hora.

Tuesday, April 14, 2009

Fim-de-semana cinematográfico III - Soul Men


Mais um super filme deste fim-de-semana, boa música, bons actores, boa onda... Estranhamente este foi o último filme de Bernie Mac e de Isaac Hayes, que morreram entretanto.

Nunca tinha visto Samuel Jackson num papel menos sério, cómico até, entre confusões, canto e dança. Muito bom! Quanto a Bernie Mac, o humor a que já estava habituada, excelente mais uma vez!

Um filme a ver sem falta.

Monday, April 13, 2009

Fim-de-semana cinematográfico II - "A turma"


Também este fim-de-semana vi o filme "A turma". O filme é todo passado dentro de uma escola nos arredores de Paris, onde os conflitos próprios da idade, da diferença de culturas e da falta bases na educação que deveria ser trazida de casa, tornam o dia a dia de professores, num processo complicado, que passa pela mediação e vai até à sobrevivência e sentido de impotência.
O tema coincidiu mais ou menos com um artigo que li na Única, sobre a Educação, sobre como ser mediador e como dar educação, como diz o psicólogo espanhol Guillermo Ballenato, que escreveu o livro (que eu gostava de ler) "Educar sem Gritar", "Faltam regras e limites às crianças de hoje". E este filme fez-me real confusão; pensar que aquilo é o que têm que passar todos os professores hoje em dia.
Numa altura em que os pais saem de casa cedo, deixam as crianças na escola e quando voltam só há tempo para banhos, jantar e cama, onde há tempo para educar, para passar valores?
E como não há tempo em casa (e já não falo das situações em que em casa também não há valores a passar - isso vê-se nos pais que acabam a agredir os professores), espera-se que se consiga fazer valer o tempo de escola e de aulas.
Agora pergunto eu, numa turma com 30 alunos, com o programa pela frente e com as perdas de tempo que acontecem quando há distracções, idas à casa de banho, perguntas impertinentes, como é que um professor consegue fazer face às necessidades de cada aluno, escolar e educacionalmente?
E posto isto, como fazer que os alunos tenham algum sentido de hierarquia e de respeito? Já quando eu andava na escola, os castigos eram uma anedota (e nós não éramos, nem uma sobra do que são agora os miúdos); faltas, participações ao CD, falavam com os pais, e no topo dos castigos a suspensão.
Ora a suspensão, o que faz a suspensão? Faz com que os miúdos deixem de ter, por quantos dias o castigo durar, de ir à escola, ou seja, como os pais também não estão em casa para os vigiarem, são dias de férias, onde se faz o que apetece! Como é que assim alguém aprende seja o que for?
Não vejo maneira de contornar isto nos tempos mais próximos, está tudo mais preocupado em fazer com que os professores se encham de papelada do que em fazer com que a escola seja um lugar seguro, e agora não estou a falar só para as crianças, mas também para os professores e demais pessoas que lá trabalham.

Sunday, April 12, 2009

Ben-Hur

O fim-de-semana que passou, foi repleto de bons filmes, vistos e revistos. No sábado por exemplo, revi o Ben-Hur, filme com, para lá de muitas horas, que graças ao "sinhor", foi dado na RTP2, ou seja sem intervalos (sim, porque senão, com os intervalos que se fazem hoje em dia, não teria acabado antes das 6 da manhã).
O filme, um clássico, do qual já me lembrava muito pouco, fez-me ver que Charlton Heston, não era lá grande actor, mas que no meio da sumptuosidade da fita, cenários, roupas, etc, passa bem.

Thursday, March 05, 2009

The girls are shopping sale!

Parece que estes dias de glamour com griffe acabaram, pelo menos por agora!


"A crise financeira atingiu as grandes produções cinematográficas e o êxito «O Sexo e a Cidade» não foi excepção. As protagonistas vão ter de deixar de lado as extravagâncias e começar a fazer compras nos saldos. A crise chegou a Nova Iorque e veio alterar os planos para a sequela do filme «O Sexo e a Cidade».

As protagonistas da série, que deu origem ao filme, vão ter de se adaptar à crise e deixar de lado os fatos Gucci, Chanel ou Prada, bem como as jóias Tiffany. Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda terão de começar a ir às compras aos saldos, em vez de o fazer nas grandes lojas da Big Apple.

Apesar destas alterações, a actriz Sarah Jessica Parker, que interpreta o papel de Carrie, assegura que o segundo filme será muito mais divertido que o primeiro.

O primeiro «O Sexo e a Cidade» rendeu cerca de 330 milhões de euros em todo o mundo. A sequela deve chegar aos cinemas em 2010."

Tuesday, February 17, 2009

Fahrenheit 9/11


Só no domingo é que vi este filme, já andava para o ver desde que saiu, mas por uma coisa ou outra fui sempre adiando e pronto, só no domingo na Rtp 2, como já era de se esperar.
Já me perguntava antes e ainda mais depois de o ver, ao ser verdade tudo aquilo, a minha pergunta permanece, como é que os americanos voltaram a votar no Bush filho?
É verdade que não dou muito pela inteligência e pela cultura dos americanos, mas depois de um filme destes sair, depois dos 4 anos de presidência Bush filho, como é que alguém com 2 dedos de testa conseguiu pôr uma cruzinha no voto a favor daquela personagem de novo?!
No filme ouvi-o dizer que era o "Presidente da Guerra". Não era suposto estarmos, nos dias que correm, à procura de Paz? À procura de um Presidente de Paz? Não era suposto fazerde tudo para não haver guerras?!
Claro que não, a Paz não traz lucros, não traz negócios, a Paz não tem petróleo, a Paz não faz aliados com muito dinheiro... A Paz por assim dizer é dos pobrezinhos.
Quem lutava e luta pela Paz? Madre Teresa de Calcutá, Sua Santidade o Dalai Lama... Pois não vêm com petróleo e a família não vem com negócios de milhões. So... Who cares!
Pronto já sei, desviei-me do assunto...
(Desculpem lá, mas as ideias são como as cerejas, vêm agarradas umas às outras!)

Tuesday, November 11, 2008

Blindness (Ensaio sobre a cegueira)


A natureza humana.

No fundo, tudo se resume à natureza humana, todas as regras e leis são estabelecidas, por muito estranhas que pareçam, porque existe sempre quem, em alguma altura, as iria inflingir.

O que quero dizer com isso é que a natureza humana é feia, negra, pestilenta até, quando estamos entregues aos mais básicos instintos de sobrevivência, nós os humanos, chegamos ao mais fundo dos abismos e tornamo-nos animais.

Este é o cerne da questão que o filme retrata.

Mesmo assim faz-nos perceber que apesar das adversidades e mesmo no meio da podridão acabam por haver pessoas que mantêm valores e outras que os redescobrem, ficamos no entanto a perceber que por vezes "quem tem olho não é rei"...