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Sunday, August 08, 2010

Das figuras de parvos...

"Como é a vida, pensava Saga ali de pé, fazendo todos os esforços para não chorar, o que significa não pestanejar nem emitir qualquer som nem fazer o mais pequeno movimento, nos podia dar tanta experiência, tanta dor e ainda assim deixar-nos tão capazes como sempre fôramos de fazer figura de parvos?"

in Pelo Mundo Fora by Julia Glass

Wednesday, July 28, 2010

Alguém sabe?!


Esta conversa que as pessoas têm, de que devemos sempre seguir o nosso coração, foi inventada por alguém que nunca seguiu o seu, de certeza!
É que se eu for a esmiúçar o que tem sido seguir o meu coração, vou ter uma série de caminhos cheios de buracos...
É que quando seguimos o coração, não conseguimos ver se o que queremos nos faz bem ou mal, e aquilo que aquela entidade, própria destes casos, "a pessoa que está de fora", consegue ver e tenta alertar-nos, não faz sentido. Os olhos do amor, como eu lhes chamo, têm umas lentes cor-de-rosa (ou de outra cor que mais gostem) e faz com que até algumas barbaridades passem por entre os dedos despercebidas.

Isto é um bocado como eu a ler (tentar) tarot para mim, só vejo coisas boas, porque como quase todas as cartas têm a vertente boa e a vertente má (depois conjugadas é que se percebe, mas isso eu já não sei), vejo só as coisas como quero e depois, se acreditasse muito nisso, ia ter uma data de decepções.
É o que me acontece quando sigo o meu coração, sem ter opinião da "entidade".
Penso que já aqui falei no meu falso pessimismo, ou falso optimismo, ainda não consegui perceber bem, que me faz sentir que tudo corre sempre mal, mas que no fundo, acredita piamente que vai correr bem.
E é esta última parte que me preocupa, porque depois acredito e depois não corre bem.

Thursday, July 22, 2010

Felicidade

Toda a gente diz que a quer, mas quantos desses a querem realmente?!

É que dizer que se quer ser feliz, quando ainda nem há bem uma luz ao fundo do túnel, é fácil, é tão fácil, como queixarmo-nos da vida e do tempo. Agora agarrar na felicidade quando se a tem na mão, já é mais complicado, "ah porque não é bem assim", "ah porque é tudo demasiado bom, tem que haver alguma coisa errada aqui..." and so on and so on. As desculpas sucedem-se, até passar a oportunidade e voltarem as queixas.

Diz-se que a felicidade não é um fim, mas sim o caminho, o que é certo é que esse caminho só se começa a trilhar, quando algo de bom nos acontece e aí, não o deixamos fugir, trabalhamos e alimentamos o que nos faz feliz (aí está mais uma nuance da felicidade, podemos ter momentos felizes, sem estarmos felizes).

E no meio disto, quem presencia este tipo de atitudes, está completamente impotente, não há nada que se possa fazer, ou dizer, apenas esperar que se lhes faça luz...

Monday, June 21, 2010

"How I met your mother" e a bagagem

Ontem no episódio que vi da série "How I met your mother", falavam de bagagem, que é como quem diz da nossa bagagem pessoal e intransmissível, ou seja o nosso passado, as nossas experiências.
Toda a gente tem a sua, uns mais, outros menos, uns com mais peso, outros nem por isso, mas nós, gente crescida, temos sempre. Quem entra na nossa vida tem que aceitar esse facto, como parte integrante de nós, aquilo que fez com que nós fossemos o que somos neste momento. Há quem não goste de saber, ou sequer imaginar que a pessoa com quem está, teve toda uma vida antes dele, o que faz com que veja a outra pessoa, fora da realidade...
Bem, mas não era sobre essas pessoas que eu queria aqui escrever, hoje quero escrever sobre o que "aprendi" (e está entre aspas porque não foi bem aprender, foi absorver) com o episódio de ontem, que foi, nós não precisamos de uma pessoa sem bagagem, porque nós também a temos, precisamos, isso sim, de uma pessoa que nos ajude a transportar a nossa e vice-versa. E é isso que eu quero também!

Wednesday, June 16, 2010

Pescadinha de rabo na boca ou um comum ciclo vicioso

Tenho ideia que já disse aqui que estes 3 anos que passaram, são agora como fantasmas, que nem sei bem se aconteceram, tirando o facto de estar a trabalhar num sítio que gosto, com bons colegas e que paga todos os meses, estou precisamente no mesmo sítio que estava há 3 anos atrás.
Até as pessoas são as mesmas, tirando uma ou duas...
Ora bem, o gajo complicado é o mesmo, entretanto apareceu outra vez, aquele que apareceu por esta altura há 3 anos e mais, agora tive que me lembrar que o que conheci há 3 anos por esta altura e com quem fiz uma vida, ainda vive...

Gostava de saber como cortar esta trajectória redonda com a qual tenho convivido! Não há saco já! É que soubesse que tudo acontecia de novo para haver um final feliz, mas assim...

Wednesday, May 12, 2010

Transcendência...

Já um dia escrevi sobre a pele, para um estaminé em pausa kit kat, e hoje vou continuar aquele texto, sobre aquela pessoa, sobre quem, como nunca, senti que a pele, fosse o prolongamento da minha, ou até a mesma, se é que se pode ter a nossa pele fora do nosso corpo.

Vou começar por rebater uma ideia que deixei no texto anterior, onde achava que a pessoa que nos incendeia com o toque, não deveria ser aquela que nos acompanha o resto da vida, não seria saudável, dizia eu na altura... Dizia, porque realmente não tinha percebido que havia bem mais para além desse fogo.
Mesmo sendo aquele a quem vira e mexe se volta, nunca imaginei nada que não fosse o que era. Mas agora ando diferente, ando a ver mais, muito mais do que me habituei a ver quando olhava.

O que nos faz voltar sempre ao mesmo ponto? À mesma pessoa? Estas foram as primeiras perguntas que me fiz, quando me sentei comigo mesma e com aquilo que nem sabia existir, mas que me fazia uma certa comichãozinha, e tentei desembaraçar o novelo.

Disfarçado de desejo, estava lá bem no fundo, um sentimento diferente, que faz com que comece a acreditar no tal "match made in haven", um bolo de tudo de bom, em várias frentes. Se já antes, eram inexplicáveis as forças que nos puxavam um para o outro, agora parece que tudo se encaixa, é um tanto ou quanto como se chegasse ao porquê dos porquês.
Não é perfeito, porque não sou crente na perfeição, acho-a até um bocadinho aborrecida, mas perto. Personalidades fortes têm os seus choques, mas também estas, sabem chegar a consensos e a atitudes consertadas, e daí sai a pequena emoção que se quer.

Demorou a aceitar o que não queria estar a sentir, estive algum tempo em negação, mas agora, de novelo desembaraçado, espero não ser a única a aceitar os sentimentos.

Saturday, May 01, 2010

O meu mais recente desafio

Passei o dia na cama, e soube-me muito bem. Comida, televisão e internet, nada mais e guess what, estou bem.
O filme da tarde foi mais um daqueles cheio de mensagens positivas e isso acabou, por um lado por me tirar de mim um bocadinho e deixar-me só levar pela história e por aquelas vidas e por outro, por me imbuir de um espírito mais positivo.

Ontem fui despedir-me de quem gosto, gosto muito. Vou ter que recuar, voltar a agarrar o meu espaço e medir cada batimento do meu coração, para que não seja desperdiçado nenhum, por alguma coisa que não valha a pena. Como é que se costuma dizer? Se queres alguma coisa deixa-a ir, que se for para ti, ela volta? Pois bem, é isso mesmo que estou a fazer, sempre agarrada à vontade de que volte e depressa...

Mas enquanto isso não acontece, tenho em mente a frase que um grande amigo me disse ontem, "uma pessoa só sofre, porque não aceita". É sempre mais fácil dizer do que fazer, mas acho que passa por um exercício que se começa a fazer e que de início é difícil, mas que com o tempo e com a prática, vai-se tornando mais fácil a cada dia.

Se calhar a facilidade inata tem a ver com a fé, se se acreditar que cada passo, é um passo em direcção a alguma coisa, independentemente, das pedras que vão aparecendo, sabemos que mesmo quando não gostamos do que nos acontece, faz parte do caminho e por isso aceitamos.

Até agora sempre tive uma grande dificuldade na aceitação das coisas que não gosto, porque todas elas levantam questões que não vejo respondidas... Estas são as piores inimigas da aceitação.

...
Pois que é o desafio que me faço a partir de hoje, o da aceitação, não da inércia, nada disso, batalhar sempre pelo que se quer, mas aceitar o caminho para lá, como aparece.

Thursday, April 29, 2010

Sabor a erro

O sabor amargo na boca relembra-me o que não quero voltar a lembrar, a insegurança, o medo da perda daquilo que na realidade não se tem, nunca se tem verdadeiramente...

O sabor, que é doce em certos momento, faz-me pensar no quanto um dia depois do outro podem mudar tudo (como se eu já não tivesse isso em mente todos os dias), mas tento sempre passar isso para segundo plano, senão não vivo. O medo não é bom companheiro de viagem... De nenhuma viagem.
Mas o sabor continua cá, acre, persistente... Um sabor que não queria voltar a sentir, mas que me é familiar, infelizmente.

E pior é que, o que tenho para dizer sobre ele é "mea culpa, mea maxima culpa"!
Acredito em finais felizes, e então embarco, deixo o vento levar-me sem medo. Mas desta vez a culpa é mesmo minha, quem manda bater na mesma tecla duas vezes, a pensar que as coisas iam ser diferentes, porque estavam a ser diferentes?! O caminho vale a pena, se o destino for mau? Não vale, digo eu. Só vale se se acreditar que o destino tem sol e paz.
Acreditei... Acho que nem tive outra escolha, há coisas que não escolhemos, e esta é uma delas.

Sunday, April 25, 2010

Uma outra visão

Sei que há muitas pessoas que de cada vez que têm problemas e a cabeça faz tilt, se refugiam no seu canto a remoer o assunto, tentam resolvê-lo sozinhas, só elas e as suas vozes interiores.
Ok, é legítimo, mas temo sempre pelas resoluções tomadas assim.

Penso que, nós só connosco, acabamos por ter sempre uma visão muito direccionada das coisas, não conseguimos ver claramente as situações no seu todo. Daí ser importante a visão de alguém que nos consiga dar uma ideia daquilo que estamos a viver visto de fora.

É que a ajuda de terceiros para além de poupar tempo, porque se chega a conclusões bem mais depressa do que sozinhos, isto é se sozinhos, conseguirmos chegar alguma vez a uma conclusão que de hoje para amanhã não nos venhamos a arrepender. Até porque os "e se" podem ficar a matar a cabeça para todo o sempre...


22-04-2010 (7.27 pm)

Tuesday, April 20, 2010

Fantasmas do passado

Tentamos de um tudo para ultrapassar os nossos fantasmas, as cruzes que um dia tivemos que suportar, e isto para quê? Para que nada que venha de trás nos faça sermos infelizes no presente, que o passado só sirva agora como lição para o resto da vida.

Mas o que que tenho visto acontecer, é que o nosso passado acaba sempre a voltar para nos assombrar, na forma de recordações que outras pessoas têm de nós, daquilo com que ficamos conotadas como. E mesmo não sendo coisas como, matei alguém, ou uma coisa assim com peso, são coisas que em certas cabeças acabam por fazer curto-circuito.

No meu caso foi o ter tido como namorado, uma determinada pessoa, que me fez passar as passinhas do Algarve e que nem nunca devia ter sido namorado sequer (mas lá está, ele há coisas que só damos conta depois do tempo passar e que servem para não voltarmos a cair no mesmo erro), mas que entretanto agora me assombra porque para outras pessoas, vou ser sempre a namorada do tal, o que faz com que não me consigam ver como outra coisa...

Nisto tudo, só penso que não bastava ter passado pelo que passei na altura, agora ainda vou ter que engolir o sapo de ser conotada como "a garota do tal" e não passar disso. A cruz já foi pesada na altura e ter que andar com ela ainda hoje, é uma treta!

Monday, April 05, 2010

Pontos de vista ou como se pode perder algo importante

"Não quero ter uma relação por ter, quero ter uma relação quando quiser tê-la, não precisa de ser o homem com quem me vou juntar, casar ou ter filhos um dia, apenas o homem que quer estar comigo assim como eu quero estar com ele, e isso para mim basta. Foi o que a Vida me ensinou em todos estes anos, ser menos exigente comigo e com os outros." retirado da sabedoria da Gaja com G maiúsculo (outra portanto).

É isto que costumo dizer e que não percebo qual é a dificuldade em aceitar. Enquanto até agora, não se dava, ou pelo menos tentava não se dar, passos em falso, porque o medo de errar era grande, agora nunca são em falso, porque não há medo, se há uma hipótese de felicidade vou lá, mesmo que seja uma felicidade no agora, como já tinha referido aqui, não penso no amanhã, porque já percebi que o amanhã, pode sempre não existir, por muito que se nutra e regue, a planta pode morrer na mesma!
No entanto isto é a antítese de algumas pessoas, que acham que, como já erraram tudo o que tinham a errar na vida, já não arriscam com medo de voltar ao erro, dizem que só arriscam quando acham que vão acertar.

Não querendo ser bruta, mas já sendo, é estúpido!

Enquanto eu e as pessoas como eu, quando partem a cara, não têm arrependimentos, não podem dizer que deixaram passar oportunidades de ser feliz, estas outras hão-de olhar para o ontem, sem saber se por acaso lá deixaram alguma coisa importante (será que sequer pensam nisso?) e na mesma, quando acham que vão acertar, podem na mesma partir a cara como o resto de nós.

Whats the point?!

Wednesday, March 24, 2010

Mais do que o fazer, é o querer

Nas relações, sejam elas de que género for, há sempre coisas que alguém se queixa que fazem falta, seja tempo, seja aquela prenda que se pediu, a viagem que não se fez... Muitas das vezes, as coisas em falta, estão em falta porque não houve como, porque se tem muito que fazer, porque não houve dinheiro, qualquer coisa.
Mas nisto o que realmente me interessa é a vontade que se tem, em dar, pode não se ter para dar, mas a partir do momento que existe a vontade, o acto em si, é irrelevante.
Podemos às vezes não conseguir estar com as pessoas, mas o importante mesmo, é que mesmo não estando, que haja a vontade de estar, que haja vontade de partilhar, mesmo que não seja possível, que não se consiga...

Eu valorizo mais a vontade de alguma coisa, do que o acto em si. A vontade vem sempre primeiro, na parte em que nos lembramos das coisas, a pensar nas pessoas, se depois se realizam ou não, não é assim tão importante.

Tuesday, March 23, 2010

So true!

"Felicidade se acha em horinhas de descuido"

Guimarães Rosa

Vindo de uma visita aqui.

Wednesday, March 17, 2010

Marés

Ando com dificuldades com a folha em branco, neste caso ecrã. Tenho os sentimentos num reboliço, tão emaranhados, que mais parecem novelos em brincadeiras de gato.
Assim fica difícil passá-los para palavras, arrancá-los do peito e da garganta, onde se instalaram em nó.
Nem o sol me consegue fazer ver o caminho em frente, ou a temperatura mais amena me consegue aquecer o coração.
Disseram-me ontem que tenho que ver "O Naufrago", com o Tom Hanks. Vi uma das cenas finais no youtube e termina com a frase "I have to keep breathing... For tomorrow the sun will rise. Who knows what the tide would bring"*
Ainda há uns dias me disse isso mesmo e tenho vindo a respirar desde então, na esperança de passar toda esta fase menos boa, e seguir em frente. Mas ando um bocadinho saturada de esperar por aquilo que a maré poderá trazer, não gosto de ter que esperar, de me sentir impotente, por não haver nada mais que possa fazer para alterar tudo, absolutamente tudo.


*Eu tenho que continuar a respirar... Porque amanhã o sol vai nascer. Quem sabe o que a maré trará.

Saturday, March 13, 2010

Saltar fora ou não saltar, eis a questão...

Digo sempre que não tenho paciência para gente pouco coerente. E na realidade não tenho, por muito que não ache que os "escravos da coerência" me mereçam mais estima que os outros, mas para tudo há conta, peso e medida. E quando não há, deixa de haver vontade de compreender e sequer de aceitar.
E é aí que vem a questão, saltar fora ou não, que é como quem diz, cortar pela raiz com o que nos irrita.

É que nesta altura (estou a dar conta que em quase todos os meus posts ultimamente, têm esta expressão...) gostar não é suficiente para se aturar, e para se gostar a sério, tem que se deixar de sentir que se atura.
Resumindo e baralhando, não é fácil fechar portas definitivamente, mas também não é fácil deixá-las abertas, fica a parecer que se dá a autorização ao outro para estar como quiser.

Tuesday, March 09, 2010

Respirando...

"All you can do is keep breathing"

Isto é parte de uma música que ouvi num episódio da Anatomia da Grey, e nada mais acertado para esta altura da minha vida, não havendo mais nada a fazer, continuo apenas a respirar...

Wednesday, March 03, 2010

Sei que sou uma menina bem comportada quando...

... saio do lugar de estacionamento do Ikea, e fico à espera que um camião faça a sua manobra, enquanto vejo toda a gente a andar em contra-mão para se ir embora... (o camião não demorou 1 minuto)

Friday, February 26, 2010

É só para avisar!

Thursday, February 25, 2010

Por partes


Ontem vi o "Nas Nuvens" e como tirei tantas coisas do filme, vou falar delas por partes, em posts separados.

Hoje não vou falar da tal mochila, já vários posts foram feitos sobre ela, e sobre o que cada um levaria lá dentro, vou falar antes de como cada vez mais há pessoas que levam cada vez menos nessas mochilas, que cada vez mais se distanciam do resto das pessoas, que levam as relações numa base superficial e não são só as relações amorosas, mas todas as relações interpessoais, mesmo com a família e os amigos. Passam a ideia que o que levam desta vida é o que vivem, independentemente da companhia que têm em cada momento, e que essa companhia está lá um bocado por acaso, porque o essencial, são eles próprios e as suas necessidades.

Não é difícil encontrar, como o personagem principal da história, pessoas que prefiram que ninguém esteja por perto, que fazem a vida no meio de pessoas, mas que não sabem, nem querem saber nada delas, assim como não têm necessidade que se saiba nada delas próprios.

Acho que esse tipo de pessoa acaba por ter quase que um iman, porque nós, seres humanos, temos o nosso quê de masoquistas e mais depressa damos atenção a quem não "está nem aí" para nós, do que aos que estão sempre por perto... Bem, mas isto já são outros 500.

Resumindo e concluindo, estas pessoas que parece que vivem dentro de uma bolha existem e são felizes assim, não sei como, é certo, mas são. Agora, nunca tiveram, ou terão, necessidade de um/a co-piloto/a?

Friday, January 29, 2010