Thursday, December 31, 2009

2010 here we come!!!!

Gimme More
Interview Magazine Sept 09


Fato de lantejoulas Gucci e as botas da colecção Nina Ricci... Ia ser uma boa maneira de se entrar no 2010!

Excelente ano para todos nós!

(com ou sem lantejoulas!)

Tuesday, December 29, 2009

Bestas!

Fui fazer contas de um trabalho que já fiz há mês e meio...
Como se a demora não bastasse, o trabalho foi pago a metade do que era suposto, pelo tempo que demorou (2horas cada, tempo que num trabalho normal, me dava para ganhar 27€, foi pago a 13,5€!) e nesta altura, come e cala, porque já se fez o trabalho!
Realmente desde antes do trabalho, que quis saber a quanto ia ser pago, mas como já tinha feito um trabalho no género, nunca achei que o valor fosse inferior...

Burra! Não se pode confiar em ninguém, e não se aceitam trabalhos sem saber o quanto se vai receber por eles!

Ao que chega a falta de honestidade das pessoas, sempre a protelar, sempre a dizer que ainda não se sabiam os valores, isto tudo para que o trabalho ficasse feito e depois só podíamos comer e calar, porque um mês e meio depois, já o trabalho não está lá, já não dava para ir desfazer o feito.


Caramba pá, há gente que precisava disto nos pés, para combinar com o resto do corpo! Irra!

O Final Feliz


Desde pequeninas ouvimos histórias, mais ou menos mirabolantes que terminam todas com finais felizes. Cedo também, aprendemos que essas histórias nunca acontecem assim.
Mesmo sabendo da falta de veracidade dos finais sempre felizes, desejamos com todas as forças que o nosso exista numa qualquer altura da vida.

E quando temos o que pensamos ser o nosso final feliz, agradecemos todos os dias, mas deixamos de nos preocupar diariamente com isso, pensamos que achámos o "Holly Graal" e que a última coisa que nos pode acontecer é perdê-lo de novo.
Com isto não quero dizer que descuidamos a relação por a tomarmos como garantida, porque é disso que se trata, temo-la como garantida, continuamos a trabalhar nela, mas sem nunca pensar que um dia pode faltar. Nãããããão, isso não, aquela é a nossa pessoa, e nós somos a pessoa do outro! Assim como nós queremos ficar até ao fim dos nossos dias naquela felicidade, pensamos que dentro da cabeça do lado, vai precisamente a mesma ideia.
E depois não tem e nós só percebemos, ou por outra, só ficamos a saber (porque há pessoas que disfarçam muito bem), quando tudo o que tínhamos construído, ou achávamos ter construído, desaba à nossa frente, sem termos como o impedir.
E é aqui que pensamos que cometemos algum erro, ou que pura e simplesmente andámos distraídas... E repensamos a nossa suposta felicidade, que assim lembrada, tem um véu disforme, que distorce as imagens e que faz com que todas elas pareçam falsas.

E assim, onde na minha cabeça eu que pensava estar meu final feliz... Sim, acabou por ter um final, mas foi tudo menos feliz.

Monday, December 28, 2009

Conto de Natal

Era uma vez dois amigos, cuja tradição de Natal, não era trocar prendas, mas sim, ir "dar um pézinho" após a reunião familiar de dia 24. Todos os anos por volta das 2 da manhã o A. ia buscar a K. e lá rumavam áquele que era o espaço de eleição de ambos, o Kremlin.
Numa dessas noites, depois de uma noite looooonga, e na altura sem carro, nem carta, apanharam um táxi para os levar a casa. Ao passar o Restelo o táxi começa a soluçar e o taxista pára-o na berma, bem ao lado da bomba da BP que lá existe, mas que, como noite de Natal que era, estava fechada (antigamente fechava).

E lá estavam os 3 (taxista incluído), parados na berma, num táxi sem gasóleo.

O taxista lá resolve sair do carro, dizer para esperarem um pouco, que ia pedir boleia até à próxima bomba e foi o que fez. O A. e a K. ficaram a vê-lo no meio da estrada, primeiro a ver se passava algum carro e depois, a tentar pará-lo.

Lá parou um senhor num jeep, que vinha com a esposa e que aceitou dar boleia ao taxista, mas para isso, resolveu deixar com o A. e a K. a excelentíssima esposa.
A esposa do senhor da boleia, fumou durante todo o tempo que estiveram à espera que ambos voltassem, e contou que áquela hora estavam a caminho de um piquenique, porque o marido tinha acordado às 6 da manhã com vontade de um e que tinha posto num cesto bolos e iogurtes e era isso que iam fazer.
Passado algum tempo, coisa de 45 minutos, 1 hora, lá voltou o taxista, a senhora voltou à proveniência e o A. e a K., que tinham esperado pacientemente a sua volta, puderam retomar caminho para casa, enquanto ouviam a parte da história que desconheciam.

Contou o taxista, que o senhor o levou à bomba mais próxima, e resolveu ir beber café e lavar o carro, com uma vassoura que tinha lá dentro, mas que, contou ele, só lavou metade, que era para deixar trabalho para depois...

E com isto lá chegaram ao seu destino, hora e meia depois de abandonarem o Kremlin, e com uma bela história de encantar para os netos, sem moral da história, mas com um alerta de que ele há pessoas por aí, que ninguém desconfia!

(esta história é totalmente verídica, mesmo nas partes mais difíceis de aceitar e sim, a K. sou eu, a vossa Miss)

Thursday, December 24, 2009

Aaaaa tooooodos um Bom Nataaaaal...

Passei aqui de fugida, só para deixar um beijito e um obrigada a todos os que por aqui passam, por me terem ajudado a passar por alguns dias complicados e mais difíceis, sempre com paciência e boa disposição.

Para vocês um excelente Natal!

Desafio do aespumadosdias

Depois de ter desvendado as suas 5 manias, o aespumadosdias quis saber de que era feita a Miss Kin que vos escreve, em termos de idiossincrasias, por isso cá vão:

As minhas 5 manias...

  • odeio cremes, champôs, amaciadores, gel de banhos e afins, com a parte à volta do buraquinho por onde sai o líquido, com restos de produto;
  • tenho uma sequência bem estudada para tomar banho;
  • como já disse uma vez, tenho dificuldades com gente que me troca os panos de cozinha (o das mãos é para as mãos e o da loiça é para a loiça!);
  • odeio pasta de dentes apertada pelo meio;
  • bebo leite de uma única maneira, com chocolate e dentro do pacotinho para não ter que o ver.
Agora ofereço o desafio à MMM, ao Nuno Guronsan, ao fd, ao Bonifaceo e à Fuschia, diz que é à laia de prenda de Natal.

Regulamento:

Cada bloguer participante tem de enunciar 5 manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher 5 outros bloguer para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do recrutamento. Cada participante deve reproduzir este regulamento no seu blogue.

Wednesday, December 23, 2009

Pergunta:

O que é que interessa ao país, o que o Primeiro Ministro e o Presidente da República tiveram como prato principal e sobremesas no almoço do Natal, quando há tanta gente a não ter o que dar aos filhos para comer?

It's rainning... but it's not man!*

Estou a ouvir, lá fora caem "cães e gatos", como dizem os senhores ingleses.
Adoro ouvir chuva à noite, enfiada na cama, com o edredon até às orelhas, só assim a ouvir.

Pensar em como está tudo mal, mas se calhar há sempre por onde ficar pior e por isso, deixo-me ficar a apreciar estes momentos tranquilos, é por isso que ainda estou acordada a esta hora, não quero que o dia acabe e a paz se vá embora. Mesmo com sono, mantenho-me aqui e vim dizer-vos que a não são as lágrimas que lavam a alma, mas a chuva.

Já sentiram a chuva a escorrer por vocês a baixo? (não em dia frios, vá, maluquinha, mas não tanto!) A cair na nossa cabeça e a limpar tudo por onde passa. Abrir os braços e virar a cara para o céu, deixar que ela nos caia no rosto, cansado de mágoas, que se vai modificando a cada tristeza.

Há uns anos que não faço isso, anos demais se calhar. Crescemos e deixamos de fazer algumas coisas que nos dão prazer porque já não são próprias, porque só vamos para a rua a chover, quando é mesmo necessário, porque começamos a ter medo das constipações... Mas hoje também não dá, está frio.

Ok, têm razão, é melhor ir dormir, já não sei o que digo, ou se calhar sei, mas não faz sentido. Ou faz. Ahhh! Vou pra dentro, ouvir a chuva e o vento.

*não tem nada a ver com o texto, mas assim que comecei a ouvir a chuva, foi a música que me veio à cabeça

Tuesday, December 22, 2009

Fala-se de... Frio

Não há outro assunto nesta altura com mais importância e que tenha mais tempo de antena, nos telejornais, que o tempo gelado que temos tido.
Ora bem, sim senhor é muito frio, sim senhor não estamos habituados, mas o pior do frio, não é o estar frio, é o termos casas não preparadas para isso.
Porque estar frio na rua, estamos no Inverno, é normal, mesmo que os outros Invernos não tenham sido assim, (o que eu acho que têm, pelo menos alguns dias) vestimo-nos tipo cebola e pronto, não há grande problema, agora ter frio dentro de casa, é das sensações mais desagradáveis e desconfortáveis que existem. Teres que usar, como eu, pijama polar, com três robes em cima, é dose para quem não quer ser um vegetal de sofá! Ontem até tinha pijama e umas calças de fato de treino em cima das de pijama, nunca tinha acontecido, foi ontem...
Penso que quem faz casas (agora já há mais essa preocupação, até porque é obrigatória a certificação energética, o que faz com que se tenham que preocupar mais com o isolamento dos edifícios), acha que vivemos num Verão constante.
Já li por esta blogosfera a fora que nós só temos dois meses de frio num ano, errado, são quatro, mas mesmo sendo quatro um número pequeno, eles existem e por isso, as casas deviam estar preparadas para isso, até mesmo se fosse só um mês!

Mas no nosso país vivemos a ilusão de que somos um país tropical e por isso, infraestruturas para o calor já vão existindo, como aqueles refrigeradores de rua, que algumas câmaras instalaram no Verão, agora para o frio, nada!
Quem diz para o frio, diz para a chuva, todos os anos há cheias, porque depois das chuvas acontecerem, toda a gente se esquece que existiram e por isso, nada de limpar valetas e preparar territórios... Bem também podíamos falar nos fogos, mas já não vale a pena bater mais no ceguinho, somos um povo de memória curta que depois se queixa imenso.
Esta é a nossa essência como povo, nós gostamos de nos queixar. Mas aqui já me estou a desviar do assunto, por isso, vou meter-me debaixo do meu edredon de penas, com o aquecedor ligado, porque aqui está que não se pode.

Adeusinho!

Monday, December 21, 2009

Gala Ídolos meets Olho Clínico

Estou aqui a ver os Ídolos, a minha 1ª gala, e como o olho clínico nunca me abandona, pergunto-me, quem é que será que veste os apresentadores?!
Será gente realmente paga para isso, ou serão eles próprios que escolhem a farpela, e depois só são maquilhado se penteados?!

Isto porquê? Porque a apresentadora, Cláudia Vieira, tem um vestido que podia ser lindíssimo, se a fivela que tem ao lado estivesse ou mais para cima, que ficava com ar de Corte Império, ou mais para baixo, na cintura, para ficar cintado. Dado que a garota está de esperanças, pelo que me apercebi, cintado não era a solução! Continuando na Claudinha, a fivela brilhante do vestido não tinha a mesma cor do colar que tinha ao pescoço e isso gritava aos olhos, tudo isto sem contar com a sandaloca que era igual à da concorrente que saiu... Não havia mais sapatinhos no guarda-roupa, queres ver!

Não consigo deixar-vos imagem, porque está muito em cima do acontecimento e ainda não há por aqui, mas assim que conseguir, adiciono.

ADENDA - Cá está!

Sunday, December 20, 2009

Sem a adopção

Eu sou pela adopção.
Quando era mais nova, até defendia que eu não tinha necessidade de ter filhos que fossem gerados por mim, porque havia crianças a mais a precisar de uma família. Hoje só mudei a parte em que quero ter um filho meu, gerado por mim e sentir todos os minutos da sua formação, não excluindo por isso uma vontade enorme de adoptar.

Quando comecei este post, não era para falar de mim, mas da lei aprovada pelo governo, que permite, como era de esperar, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas que deixa de fora a adopção, um "ok, podem casar, a fingir que são pessoas como as outras, mas isso de se ter uma criança, esqueçam!". E em visita à Luna, o post dela direccionou-me para O Senhor Comentador que tem o melhor comentário que eu já li sobre o assunto.

Não há necessidade de comentários ao que lá está, façam o favor de dar lá uma espreita.

Friday, December 18, 2009

Sei que estou muito magra quando...

... as skinny jeans, mais skinny que eu tenho, que me deixaram de servir pouco tempo depois de estar na ilha, me voltaram a servir e hoje consegui vesti-las com uns collants grossos por dentro.

O stress de sempre

Acabei de ter que ir à rua (tenho almoçado na empresa), verificar se tinha desligado ou não as luzes (as usual!!!), porque de manhã estava a chover e vim como é normal de luzes ligadas. A última vez que isto aconteceu, vim-me embora lampeira e lá deixei a bateria a gastar, resultado, 6 da tarde e o carro morto!
Salvou-me o "Fuschio" e os seus cabos de bateria, que está aqui perto.

É uma tristeza como se fazem as coisas tão automatizadas que depois já nem se tem a recordação de se ter feito ou não! E como a minha viatura não se queixa se eu a deixar a iluminar o dia, diz que se eu não estiver atenta, caput!

Bem, estavam desligadas.

Thursday, December 17, 2009

Banda sonora da manhã

Hoje de manhã ouvi esta música, que gosto e já não ouvia há séculos. Há uma série de músicas que passam pelos buracos da memória e só quando as voltamos a ouvir é que nos damos conta do quanto as gostamos de ouvir.

Tuesday, December 15, 2009

Há quem chame masoquismo...

... eu chamo necessidade.

Nos dias em que a saudade aperta, vejo-nos nas fotos e nos vídeos. Fecho os olhos e oiço a tua voz, riu-me das nossas piadas, sorrio com tudo o que éramos nós.

Depois volto a mim e lembro-me que já não há nós e lateja o buraco que tenho em lugar do coração.

Dor de cabeça

(cá está uma rádio onde não me importava que fosse mais palavra e menos música)

No sítio onde trabalho a música de fundo, não sei escolhida por quem, é a Rádio Comercial.
Não sei se alguns de vós, visitantes aqui do estaminé, ouve a dita rádio, se ouvir e gostar, vou ferir susceptibilidades, por isso é melhor não ler...

Ora, como começar...? Aquela rádio não tem ponta por onde se lhe pegue, é má má má má! A música é horrenda, e dá as mesmas 5 músicas o diaaaaaaaa toooooooooodo!

Podem dizer que "ah e tal e as playlists", oh pá até pode ser, até podem ser obrigados a passar o dia todo a mesma treta com M, de música, mas a que propósito é que alguém no seu perfeito juízo ouve aquilo o dia todo, todos os dias?!
É que se quem lá trabalha é obrigado a passar a tal playlist, aguenta e não chora, agora duvido é que vá para casa ouvir as mesmas 5 músicas que esteve a passar.
Estou pelos cabelos com os Feijões Frade (nome bem traduzidito), com outra que diz que quer morar em Ibiza, ou a Nelly Furtada que diz que ele não significa nada para ela, e também há uma música que leva o I will survive, da Gloria Gaynor, pelo meio, que eu não sei de quem é, nem o nome... Há mais uma ou outra poluição sonora que também passam várias vezes, mas estas são as que ganham.

Eu devia ter logo ligado o nome ao som, Comercial, ora, se eu nunca ouvi música comercial, logo, dificilmente iria aguentar ouvir uma rádio onde só passasse disso!

Desculpem, estou indignada e mais com uma dor de cabeça que nem me aguento, vou-me retirar e descansar os olhos e os ouvidos, por muito que eu acho que preciso mais de descanso de ouvidos que de olhos...

Monday, December 14, 2009

Dia complicado...

"É engraçado como a felicidade é um castelo de cartas, a gente parece que tem tudo na mão. Parece que as coisas estão todas no lugar certo, mas basta um ventinho de nada para embaralhar e colocar tudo de cabeça para baixo." ( Alice )

E isto resume tudo...

Sunday, December 13, 2009

Saturday, December 12, 2009

Já não me lembrava disto...

Para além do óbvio, o estar solteira, nesta altura, é uma seca! Estar sábado à noite sem programa, voltou a ser exasperante...

Sem ter uma coisa a ver com a outra...

...vi este filme há bocado...


...e como entrava nele um actor, cujo nome não faço a mais pequena ideia (nunca esqueço uma cara, mas nomes...), que já não via em lado nenhum há imenso tempo, mas que fazia uma das minhas séries favoritas de todos os tempos, o Coupling



Série genial!


As sucessões de ideias são piores que as cerejas...

Friday, December 11, 2009

Nada sexy...


A única coisa que me faz dar conta desse tal 1,2 graus que aumentou a temperatura do nosso país desde 1930, é que hoje foi o 1º dia do ano que usei collants debaixo das calças.

(eu disse que não era nada sexy!)

Thursday, December 10, 2009

Ahhhhhh!

Como me estou a sentir uma pitósga totó, tive que deixar aquilo que eu vejo do perfil do nosso amigo que nunca tem ressacas, para ver se sou só eu que não encontro uma morada de mail aqui perdida...

Tuesday, December 08, 2009

Time heal all wounds...


Hoje numa série ouvi a frase que dá nome ao post e que traduzida diz que "o tempo cura todas as feridas". No seguimento a voz off dizia, que não era verdade, que o tempo não cura, só cobre as cicatrizes para que a nossa sanidade se mantenha intacta (algo no género).

My thoughts exactly!

É que realmente se formos a pensar melhor nisto, o que é que faz o tempo? Faz com que a nossa memória fique turva e os nossos sentimentos também, e eventualmente darão lugar a novas memórias e a novos sentimentos que nos dão a ideia de que tudo o que ficou para trás, não importa, já não tem relevância, já foi ultrapassado. Mas o que é certo é que as feridas deixam cicatrizes, umas mais profundas do que outras, umas que nos mudam visivelmente, outras que nos mudam sem darmos conta, porque não se manifestam no nosso dia a dia.
Andamos para a frente porque temos que andar, e o tempo faz com que as feridas pareçam saradas, mas não, elas só estão disfarçadas, com alguma maquilhagem vá.

Desde sempre que acho que toda a gente devia ter um psicólogo, ou fazer psico-terapia, precisamente por isso, todos temos feridas que deixaram marcas e essas marcas podem, sem sabermos, estar a condicionar a nossa maneira de ver as coisas ou de lidar com elas.

Bem, onde é que já vou... Era só mesmo para dizer que concordo com o que ouvi, o tempo não cura, às vezes pelo contrário, até chega a fazer pior, os problemas podem ter sido remoídos durante o tal tempo que passa, só para quando poderem ser desenterrados, virem ainda mais negros do que realmente foram um dia.

Ai, o tempo...

Monday, December 07, 2009

Eu

Isto de ser uma pessoa "para fora", como diria o meu amigo Z.L., faz com que as pessoas, tenham de nós imagens absolutamente distorcidas da realidade. Não sei se é de sermos bem dispostas e com grande vontade de nos divertirmos, que faz com que as pessoas achem que somos umas doidivanas.
Soube no outro dia que uma pessoa que conheço já há muitos anos, acha estranho que eu esteja a sofrer desta forma, por amor...
Não percebo o porquê da estranheza a sério, será que porque gosto de festas, saídas à noite, dançar até cair para o lado e conhecer pessoas, que isso me tira o direito de ser uma pessoa sensível?!
Será que ser assim é a perfeita antítese de quem ama com a alma?!

Para mim até faz mais sentido, isto sou eu a viver cada momento com toda a envolvência que ele permite, faz sentido que me entregue às coisas e às pessoas de corpo e alma e também por isso, quando não corre bem, sofra mais e a ferida seja mais profunda...

Deixou-me perplexa que alguém achasse que depois de uma vida em comum com alguém, deixar de a ter na minha vida, sem ser por vontade minha, fosse coisa para me passar ao lado, com a ligeireza de quem perde o comboio.

É bom saber que as minhas pessoas que me conhecem sabem a maneira como eu sinto as coisas e por isso também sabem que este tipo de ideias também acabam por fazer arranhões, pequeninos, mas arranhões.

Sunday, December 06, 2009

Skinny meu amor....


Já passou algum (muito) tempo desde que falei de trapos aqui, mas não passa de hoje, li aqui que, e cito "Calças em que o cu parece estar ao nível dos calcanhares também estão na moda...", pooooois, vamos lá rever esta frase, se falarmos de mulheres, os ganchos caídos, ou como se chamam, calças baggy, estão na moda, sim senhor, não ficam bem a toda a gente, é certo, mas isso é como tudo.
Agora quando aos homens e aquela "moda" das calças por baixo do rabo, que eu chamo de "mas-que-técnica-é que-aquela-malta-usa-para-que-as-calças-não-escorreguem-pernas-a-baixo", está do mais fora possível, é feio e dá mau aspecto, não há volta a dar-lhe, uma coisa são calças largas,não ando a morrer de amores por elas, mas há homens que não conseguem sentir que estão de collants, ok, mas teres o cinto quase à volta dos joelhos, não tem piada e até faz um bocado de confusão!

foto aqui

Agora muito a sério, existe mesmo alguma mulher que ache isto sexy?!

Bom dia...



Quando o dia começa com a "música do amor" dos vizinhos de cima e se segue com Nelson Ned, não posso esperar mais nada dele pois não!?

Comprinhas!


Isto de estar de volta a casa de mamãe. faz com que se deixe de se fazer algumas das coisas básicas que se faziam, tipo ir às compras.
Mas hoje para contrariar isso, meti-me (com mamãe, é certo) no "Doce Vida" depois do jantar para fazer aquelas compras a sério que a casa precisava. E não é que gostei mesmo?!
Para mim fazer compras é quase tão mau como ir arrancar um dente (ok, rainha do exagero), mas hoje foi bom, gostei daquele Jumbo, gostei de não ter que andar a tropeçar nas pessoas, gostei de pesar a minha fruta e os meus legumes, gostei... Ah gostei da bancada dos mariscos, do cheiro a mar, sem ser aquele cheiro a coisas passadas do prazo! Mas o que gostei especialmente foi da simpatia de toda a gente que "teve a bondade de me auxiliar" de cada vez que eu precisei de alguma coisa. Nada habitual nestes sítios, ainda para mais a chegar à meia noite...
Tudo isto para dizer que gostei do espaço que criaram ali os senhores da Auchan.

Saturday, December 05, 2009

"Erro crasso"

Significado: Erro grosseiro.

Origem: Na Roma Antiga, o poder dos generais era tripartido. O primeiro triunvirato de sempre era composto por Caio Júlio, Rompeu e Crasso. Foi dada uma simples missão a este último: atacar os Partos, um pequeno e aparentemente, inofensivo povo. Crasso descurou qualquer estratégia e o resultado foi a derrota.

Friday, December 04, 2009

Painted lips

Desde que me deixaram, fui adepta da maquilhagem, em tempos, passava 4 horas à frente do espelho para conseguir aqueles "cat eyes" perfeitos, para uma noite de saída.
Hoje em dia, pinto-me pouco, ou quase nada, mas os lábios continuo sempre a pintar, até pinto, mesmo que não saia de casa, nem é pelo que fica, mas é mesmo pelo gesto, pelo pintar mesmo. Adoro! Adoro, adoro! Pareço as miúdas, frente ao espelho em experiências...
Se calhar ajuda gostar muito da minha boca e por isso, os batons sucedem-se em mil e uma cores (na grande maioria das vezes, só mesmo eu é que vejo), com ou sem gloss, volume emprestado por técnicas aprendidas há muitos anos, na Ragazza, a 1ª revista que comprei religiosamente.

Bem isto tudo para dizer que hoje, para a inauguração da exposição a que vou, decidi pintar-me, nada de exagerado, mas gostei do resultado!

Precisava deixar-vos isto...


Tenham em atenção que eles chamam a este emprego, uma "opurtinidade".

Olha, não sabem escrever, mas oferecem remuneração acima da média, carro e outras regalias da empresa (estou curiosa para saber que regalias serão essas...).

Resvés Campo de Ourique

Significado: Por um triz; à justa.

Origem: No dia 1 de Novembro de 1755 - ironicamente, dia de Todos os Santos - uma das maiores tragédias de todos os tempos abateu-se sobre Portugal. Um terramoto de elevada magnitude, seguido de um tsunami, atingiu a cidade de Lisboa. Morreram milhares de pessoas. A força do tsunami foi de tal ordem que as águas entraram por Lisboa adentro e chegaram bem perto de Campo de Ourique. Foi resvés. Daí a velha expressão "resvés Campo de Ourique".

(esta já sabia!)

Thursday, December 03, 2009

Conclusões, ou talvez não...

Conversas que continuam a rondar à volta do mesmo. Opiniões diversas. Hoje ouvi uma nova, éramos completamente errados um para o outro, eu sou "para fora" e ele castrava-me. Se calhar.

Sei à partida que isto de ver com os olhos do amor, só chega uma fraca imagem da realidade ao cérebro, mas como é que continuo a ver-nos tão perfeitos?! Não é uma coisa de agora, de coração feito em bocados, já era assim antes, já era assim há muito...
Se não fosse eu ia saber, eu nessa altura escrevia a minha felicidade, não toda a que sentia, para não chamar "más vibrações", mas alguma. E pela 1ª vez na vida pude dizer à boca cheia que estava FELIZ!...
Se não fosse assim, eu ia saber, eu sei sempre, eu sei quando as coisas correm mal, mesmo que o sentimento diga diferente, eu sei.

Wednesday, December 02, 2009

"Mal e porcamente"

Significado: De modo imperfeito; muito mal.

Origem: A expressão inicial nem era esta, mas nem toda a gente compreendia o que queria dizer "mal e parcamente", ou seja, com poucos recursos. Portanto este advérbio foi facilmente alterado para algo mais acessível.

Tuesday, December 01, 2009

Para o frio

O frio é tanto, que acho que era umas destas que me dava jeito.

Submersa

Já passaram 2 meses... Mas continuo a não conseguir arrancar-te de mim, continuo a não ser de mais ninguém, nem sequer a imaginar isso possível.
Hoje voltou a doer, hoje acordei contigo enraizado no meu pensamento, tenho tentado afastar-te, tenho tentado encafuar-te num qualquer recanto e sobrepor coisas boas, mas vens sempre ao de cima, tu és a coisa boa, tu és o que faz falta, tudo o que vou pedir ao Pai Natal, tudo o que vou pedir com as passas no fim do ano. Ainda falta tanto tempo... Mas ao mesmo tempo falta tão pouco...

Fazes anos em breve, e eu vou ter que me mentalizar que não vou estar contigo, que depois de todos os "para sempre", não faço mais parte da tua vida.
Depois vem o Natal e tudo se repete...

Fazes-me tanta falta! Faz-me falta a tua voz, as nossas gargalhadas, faz-me falta o "nós", o como éramos um com o outro, toda a nossa dinâmica, faz-me falta ouvir-te a respirar do meu lado quando dormes, tranquiliza-me.

Isto é um engano, só pode! Ninguém no seu juízo perfeito deita o que construímos pela janela... Ou se calhar deita.