Thursday, April 30, 2009

Louis Vuitton tribal!

Já há muito que não postava nada da rúbrica "Pézinho de Cinderela", mas isto deveu-se a uma falta de sapatos que me apaixonassem, ou que eu achasse dignos de cá estarem. Mas como não há fome que não dê em fartura, a colecção Spicy Sandal da Louis Vuitton, que desde que saiu me dá a volta à cabeça, tem sete modelos excelentes, em que o difícil foi escolher só dois para apresentar.
Chegaram tarde aqui, mas cá estão!

Wednesday, April 29, 2009

MCPV- fatos e gravatas

Para quem ainda não sabe o MCPV é o Movimento Contra a Poluição Visual. E hoje venho falar de fatos e de gravatas.

Trendy ou não, a gravata anda sempre na rua, para todos aqueles que têm que usar o "fato-macaco" para trabalhar.

Não me interpretem mal, acho delicioso um homem de fato, mas desde que seja um bom fato; lapela fina, ou pelo menos média, dois botões, para não parecer que está fechado até ao pescoço, dos quais só se fecha um, calças com um comprimento que não vá, nem para cima, nem para baixo do tacão do sapato, para cima, fica com ar de calça curta e para baixo, porque fica demasiado tecido em cima do sapato e dá um ar desleixado.
Atenção ao número do fato, o ombro tem sempre que assentar em cima do vosso ombro, ou o fato está grande (pode parecer óbvio, mas já vi gente a vender fatos a homens incautos, de tamanhos bem longe do que seriam os deles!)

Voltando às gravatas, vê-se por aí cada atentado... Não tem a ver com as cores, nem com o padrão, porque hoje em dia quase tudo é válido, desde que a pessoa consiga... "pull it off", que é a grosso modo como quem diz, dar-lhe a volta*.
O erro mais crasso que se faz por aí, que se vê habitualmente em futebolistas é quererem a todo o custo um nó grande (o que também não se usa há 10 anos!), por isso o fim da gravata fica quase a meio da barriga, tipo Tó do Duarte & Cª, a gravata deve cair a tocar ao de leve no cinto, e não deve ser muito grossa, que fica com ar de que se tem um babete pendurado ao pescoço.

Bem penso que não me faltou nenhum pormenor de como se usar um fato, já que se tem que usar que seja em condições!




*é sempre complicado fazer a tradução de expressões em inglês, e é precisamente por isso que as usamos, por estarem mais de acordo com aquilo que queremos dizer...

Monday, April 27, 2009

Streetwear

As respostas à minha pergunta não se fizeram esperar e cá estão:

fuschia said...
Gangas, lettering de graffitis na roupa, roupas largas, boné .... not?

mf said...
Ora... Andar por aí com montes de cores, roupas extravagantes, com desenhos estranhos, sapatilhas e assim. Acho eu...

src said...
calças a cair pelo rabo de tao largas q sao.t-shirts e sweats xxxl(com capuz!).tenis "grandes", largos, tipo bota. ahh tudo de marcas desportivas, tipo Nike.e bonés!lembra-me a onda hip-hop... rap... basquete... skate...tou errada?bj

cereja pink said...
Roupa da rua?! :)) Agora a sério, parece-me ser aquela roupa que usam os adeptos do hip-hop...assim com desleixo.

MMM. said...
Depende...da street! LOLS for uma street chiq assim como a avenida da Liberdade é só de Balenciaga e D&G pa cima...Se for uma rua boémia assim como a Rua do Carmo é de StoryTaylors pa lá..Se for assim uma rua alternativa como a Rua do Norte no Bairro Alto, fazes a tua própria roupa, vais ao baú da avó buscar os óculos e compras casacos da Custo! ;)

bonifaceo said...
Roupa confortável que varia entre marcas e estilos?Claro que a designação que tens deve ser bem mais completa e/ou diferente.


Mas entretanto diz quem "sabe" (revista ELLE) que Streetwear é um look urbano que conjuga as últimas tendências com peças vintage, misturando de forma original a roupa High-street (roupas trendy a preços acessíveis, vendidas em massa em grandes lojas como H&M, Zara e Mango) com peças de designers. As influências divergem de cidade para cidade.

Para mim a Streetwear são as t-shirts com calças 5 nºs a cima, sweatshirts com capuz, ténis de skater, bonés, uma onda skater/hip hip... Não tem a ver com nada vintage (pelo menos propositado, porque a Nike a Adidas e outras marcas afins, estão a lançar as suas peças com influências vintage e muito sinceramente não acho que quando essa malta compra a roupa esteja a pensar se é vintage ou não), quanto às roupas trendy, depende da "trend" porque não compram skinny jeans de certeza... É por isso que não consigo encaixar a definição da Elle, na minha, nem na vossa.

Pois é, estamos todos errados! Ou então não!

Brutamontices...

Ando viciada num jogo, que pelo que ando a perceber já toda a gente conhece... De qualquer forma, queres descarregar o stress, sem teres que saltar tu próprio/a para o ring?
Então vai até http://deviline.mybrute.com, cria a tua imagem e bate nos adversários; como quase toda a gente já tem um, descobre o daquele colega parvo, ou chefe incompetente e dá-lhes uma tareia virtual!

Saturday, April 25, 2009

Pergunta

O que é para vocês Streetwear?

(depois dou a minha versão e a que vi num dicionário de moda)

Friday, April 24, 2009

Pézinho de bailarina

foto aqui

Desde sempre que penso que os corpos femininos mais bonitos, são os das bailarinas, as pernas bem torneadas, a celulite que não existe, os quilos que não aumentam, os braços que não abanam quando se diz adeus... E assim ficam com os anos que passam, se não se deixa de dançar, nada sai de sítio.

Mas como não há bela sem senão, bailarina que é bailarina, tem os pés feitos num 8, ou seja corpor fantásticos com pés que metem medo e que dentro de sandálias fazem os demais fugir!

Pois é, ninguém é perfeito...

Tuesday, April 21, 2009

A ter em atenção! II

Para crescer a rockar...


Hoje num blog amigo conheci um site em que reina a boa música... Para bebés!

No Rockabye Baby há uma boa lista de bandas que tiveram os seus temas transformados em canções de embalar, já ouvi algumas das músicas que estão disponíveis no site e estão excelentemente modificadas.

Monday, April 20, 2009

Por cá...

Pois é, mais uma vez cá vim fazer uma visita aos meus, ou pelo menos a algum dos meus que um fim-de-semana não dá para tudo e amanhã já vou de abalada... Gosto muito desta terra, quer dizer, mais das minhas pessoas desta terra que da própria terra, e é sempre bom cá voltar, mas ao mesmo tempo logo que chego fico a pensar em como vai ser voltar a morar cá... Deixar de ter a qualidade fantástica de vida que tenho lá, para voltar para a selva de pedra, onde tudo é feio, sujo, sem ordenação, e onde cada vez mais as coisas que deveriam ficar mais perto, se tornam mais longe, porque os caminhos fazem-se, mas o trânsito é tanto, que demoramos mais do que se fossemos para o outro lado do país...


Ui... nem quero pensar!

Mas ao mesmo tempo gosto muito de Lisboa, de passear por Alfama, de andar à beira rio, de ver montras na Baixa. Isto são coisas que estando a morar cá, raramente faço e que hoje fui fazer (tirando a parte de andar à beira rio).

Estive em Sta Apolónia, subi por Alfama a dentro, e depois de visitar uma amiga, desci até à Baixa, e fui até à estação do Rossio. De lá comboio para casa.
Gosto até de andar de comboio e metro, desde que não seja em horas de ponta, são a melhor maneira de se andar em Lisboa sem me preocupar.

É pena que este percurso, passeio, o que lhe queiram chamar, não seja apetecível sempre, porque sem o sol e o bom tempo de hoje, não é simpático, coisa que não contece na Ilha, que raramente o tempo nos prega peças.

Tuesday, April 14, 2009

Fim-de-semana cinematográfico III - Soul Men


Mais um super filme deste fim-de-semana, boa música, bons actores, boa onda... Estranhamente este foi o último filme de Bernie Mac e de Isaac Hayes, que morreram entretanto.

Nunca tinha visto Samuel Jackson num papel menos sério, cómico até, entre confusões, canto e dança. Muito bom! Quanto a Bernie Mac, o humor a que já estava habituada, excelente mais uma vez!

Um filme a ver sem falta.

Monday, April 13, 2009

Fim-de-semana cinematográfico II - "A turma"


Também este fim-de-semana vi o filme "A turma". O filme é todo passado dentro de uma escola nos arredores de Paris, onde os conflitos próprios da idade, da diferença de culturas e da falta bases na educação que deveria ser trazida de casa, tornam o dia a dia de professores, num processo complicado, que passa pela mediação e vai até à sobrevivência e sentido de impotência.
O tema coincidiu mais ou menos com um artigo que li na Única, sobre a Educação, sobre como ser mediador e como dar educação, como diz o psicólogo espanhol Guillermo Ballenato, que escreveu o livro (que eu gostava de ler) "Educar sem Gritar", "Faltam regras e limites às crianças de hoje". E este filme fez-me real confusão; pensar que aquilo é o que têm que passar todos os professores hoje em dia.
Numa altura em que os pais saem de casa cedo, deixam as crianças na escola e quando voltam só há tempo para banhos, jantar e cama, onde há tempo para educar, para passar valores?
E como não há tempo em casa (e já não falo das situações em que em casa também não há valores a passar - isso vê-se nos pais que acabam a agredir os professores), espera-se que se consiga fazer valer o tempo de escola e de aulas.
Agora pergunto eu, numa turma com 30 alunos, com o programa pela frente e com as perdas de tempo que acontecem quando há distracções, idas à casa de banho, perguntas impertinentes, como é que um professor consegue fazer face às necessidades de cada aluno, escolar e educacionalmente?
E posto isto, como fazer que os alunos tenham algum sentido de hierarquia e de respeito? Já quando eu andava na escola, os castigos eram uma anedota (e nós não éramos, nem uma sobra do que são agora os miúdos); faltas, participações ao CD, falavam com os pais, e no topo dos castigos a suspensão.
Ora a suspensão, o que faz a suspensão? Faz com que os miúdos deixem de ter, por quantos dias o castigo durar, de ir à escola, ou seja, como os pais também não estão em casa para os vigiarem, são dias de férias, onde se faz o que apetece! Como é que assim alguém aprende seja o que for?
Não vejo maneira de contornar isto nos tempos mais próximos, está tudo mais preocupado em fazer com que os professores se encham de papelada do que em fazer com que a escola seja um lugar seguro, e agora não estou a falar só para as crianças, mas também para os professores e demais pessoas que lá trabalham.

A ter em atenção!

Sunday, April 12, 2009

Ben-Hur

O fim-de-semana que passou, foi repleto de bons filmes, vistos e revistos. No sábado por exemplo, revi o Ben-Hur, filme com, para lá de muitas horas, que graças ao "sinhor", foi dado na RTP2, ou seja sem intervalos (sim, porque senão, com os intervalos que se fazem hoje em dia, não teria acabado antes das 6 da manhã).
O filme, um clássico, do qual já me lembrava muito pouco, fez-me ver que Charlton Heston, não era lá grande actor, mas que no meio da sumptuosidade da fita, cenários, roupas, etc, passa bem.

A data pede...


Boas Páscoas!

(que é como se diz aqui na ilha)

Friday, April 10, 2009

Freeport e outras corrupções

Sobre isto o que tenho a dizer é:

Quer vergonha senhores, que vergonha!

(sei que não são situações exclusivas do nosso país, mas devemos ser o país que mais impunidade dá a quem pratica este tipo de crimes)

Thursday, April 09, 2009

Associação Nacional de Farmácias vs Ana Jorge




VS
Depois de alguns anos a trabalhar em farmácias, vêmos de tudo, principalmente idosos a escolher os medicamentos que a carteira lhes permite levar nesse dia.


Sei que muitos dos médicos trancam as receitas para não permitir que sejam trocados os medicamentos de marca, por genéricos, pode ser porque o genérico não é totalmente igual em termos de composição ou porque está com vontade de ajudar nas vendas de determinada marca, (sempre se falou de que os laboratórios ofereciam viagens por isso).

Agora a Associação Nacional de Farmácias lançou uma campanha que permite que o farmacêutico que avia a receita, possa vender ao cliente um genérico mesmo com a receita trancada. O que foi coisa de pouca dura, porque ontem ao fim do dia, já estava cancelada a campanha e porquê?

A ministra da Saúde Ana Jorge diz que João Cordeiro (presidente da ANF) recuou, como quem diz que ganhou a guerra; ora pois, se ela diz que não paga a participação do Estado nas receitas em que o medicamento tiver sido trocado, é normal que as farmácias não possam fazer nada!

Mau é mesmo para as pessoas que compram, que se ao médico não lhe apetecer deixar que comprem genéricos, pagam bastante mais...

No fim de tudo só consigo pensar que enquanto Ana Jorge diz que a ANF quer é vender os genéricos que vai produzir, e a ANF diz que não, os portugueses vão pagando o que podem e o que não podem por medicamentos que realmente necessitam para levarem vidas o mais satisfatórias possível.

Tuesday, April 07, 2009

Sim senhores!


Alguém teve a ideia simpática de voltar a pôr Filipa de Castro na capa da FHM, coisa necessária, dado que a produção da primeira vez, não fez jus, muito pelo contrário, ao bom ar da miúda.
A 1ª vez que fez a capa, apresentaram-na numa produção de moda pobre e a roçar o ordinário, mas desta vez redimiram-se, está excelente (mudava umas coisinhas, coisa pouca, mas já se sabe que mente criativa tem sempre algo a dizer!), a escolha dos trapos, os fundos, as posições bem estudadas e executadas, sempre como quem diz, "Sou fantástica, mas não é para todos!".

Da minha parte dou os parabéns à produção, pelo excelente trabalho.

Friday, April 03, 2009

Manifesto...


"Algumas centenas de manifestantes invadiram as ruas da cidade, atiraram pedras, partiram janelas e montras de lojas, incendiaram caixotes do lixo e travaram violentos confrontos com as autoridades , obrigando a polícia a recorrer a granadas de gás lacrimogéneo."


Hoje houve manifestações em Estrasburgo contra a cimeira da NATO, que amanhã começa. Para não variar (vá-se lá saber porquê), houve quem vandalizasse montras e caixotes do lixo.

Alguém me explica porque é que nas manifestações mais acaloradas, há sempre gente que tem que dar prejuízos a pessoas que não têm nada a ver com isso? Já quando foi na Grécia, em que o jovens se manifestaram, houve pilhagens, carros incêndiados, o diabo a quatro. Qual é a ideia?

-Ah e tal estamos numa manifestação e estamos indignados com alguma coisa, por isso vamos desatar a destruir coisas que são de alguém que depois também há-de ficar indignado connosco!
-Bora!


Será que estas pessoas não percebem que estes são os motivos porque depois os manifestos, feitos por alguma razão válida, deixam de ter a importância e o credibilidade que deveriam ter?!