Saturday, February 27, 2010

Quando são bons, são bons! II

Quando são bons, são bons!

Friday, February 26, 2010

É só para avisar!

A árvore


Não sei se alguém sabe que árvore é esta, eu não sei, mas sei que é a árvore que quero tatuar.
E se antes só era símbolo de um dos tempos mais felizes da minha vida, agora também simboliza a força e a sobrevivência face às adversidades. Acabei de ver na televisão, numa dessas reportagens sobre a ilha, a estrada que tem o Anadia Shopping, que é de onde saem mais imagens, continua com as suas árvores em pé e floridas.

Thursday, February 25, 2010

Por partes


Ontem vi o "Nas Nuvens" e como tirei tantas coisas do filme, vou falar delas por partes, em posts separados.

Hoje não vou falar da tal mochila, já vários posts foram feitos sobre ela, e sobre o que cada um levaria lá dentro, vou falar antes de como cada vez mais há pessoas que levam cada vez menos nessas mochilas, que cada vez mais se distanciam do resto das pessoas, que levam as relações numa base superficial e não são só as relações amorosas, mas todas as relações interpessoais, mesmo com a família e os amigos. Passam a ideia que o que levam desta vida é o que vivem, independentemente da companhia que têm em cada momento, e que essa companhia está lá um bocado por acaso, porque o essencial, são eles próprios e as suas necessidades.

Não é difícil encontrar, como o personagem principal da história, pessoas que prefiram que ninguém esteja por perto, que fazem a vida no meio de pessoas, mas que não sabem, nem querem saber nada delas, assim como não têm necessidade que se saiba nada delas próprios.

Acho que esse tipo de pessoa acaba por ter quase que um iman, porque nós, seres humanos, temos o nosso quê de masoquistas e mais depressa damos atenção a quem não "está nem aí" para nós, do que aos que estão sempre por perto... Bem, mas isto já são outros 500.

Resumindo e concluindo, estas pessoas que parece que vivem dentro de uma bolha existem e são felizes assim, não sei como, é certo, mas são. Agora, nunca tiveram, ou terão, necessidade de um/a co-piloto/a?

Wednesday, February 24, 2010

Quero escrever-te

Quero escrever-te, mais por mim do que por ti, mais para saber que não ficou nada por dizer, do que por achar que muda alguma coisa.
É claro que a vontade é que mudasse, que começasses a ver as coisas da minha perspectiva, porque este é um momento bom da minha cabeça, está simples, não quer entrelinhas, nem segundos sentidos, é aquilo que é e a mais não obriga.

Vejo-me a ter vontade de agarrar com força o que tenho de bom no hoje, sem querer o hoje amanhã. Sem achar sequer importante que haja um amanhã para o hoje.

E é por isso que quero simplificar tudo e quero que o saibas, posso não ter um amanhã para te dar, mas tenho um hoje e para mim basta-me, não queres?

Tuesday, February 23, 2010

A confiança

Como se confia nas pessoas? O que nos faz confiar ou não confiar, sem antes conhecer a fundo uma pessoa? Como é que se conhece a fundo uma pessoa?

No meio de tanta gente que conhecemos superficialmente, há algumas que queremos conhecer melhor, saber de que matéria são feitas, saber o que pensam e como pensam, o que querem e como querem... Mesmo quando queremos conhecer melhor alguém, nunca sabemos, a não ser com o tempo (e mesmo assim as pessoas podem sempre surpreender-nos, para o bem ou para o mal) se a conhecemos a fundo.
Sendo assim, como se sabe em quem confiar? E aí vem a parte que nos transcende, em que muitas vezes não temos escolha, acaba por ser algo em que não temos mão, confiamos na pessoa porque sim, porque a vibração que transmite nos diz que sim.

E é isto, se não queremos passar a nossa vida a olhar por cima do ombro, com medo do mal que as pessoas nos possam fazer, temos que confiar... Claro que até ao dia em que não confiamos mais, porque nos fizerem ver que já não mereciam o que tínhamos depositado nelas.

Mas no meio disto tudo há uma série de nuances, nunca nada é tão preto e branco como se desejava. Falo na confiança de quem gostamos e que perdemos, por erro nosso, o que fazer para a recuperar? Pedir desculpa não basta, ajuda, mas nunca chega, há que provar que merecemos o perdão, há que provar que o que nos levou a meter a "pata na poça" foi uma eventualidade que não vai voltar a acontecer... Mas até quando? Por quanto tempo temos que continuar a provar? Até quando é legítimo pedir provas?

Só me apetece dormir

Deitar e dormir... Só acordar quando a chuva tiver ido embora, quando sol brilhar forte lá fora, quando o coração não doer e quando o trabalho abundar. Pode ser?

Monday, February 22, 2010

Maaaaaais sff!

Ontem foi dia de desfrutar do meu presente de Natal, oferecido gentilmente pela N., uma massagem de relaxamento.
Qual não foi o meu espanto ao chegar ao sitio, quando soube que ia ser uma massagem a quatro mãos! Já tinha recebido massagens, mas nenhuma delas feita por profissionais, e o facto de serem quatro mãos sincronizadas, é delicioso!
Todos os meus músculos foram passados a pente fino, da pontinha do pé à cabeça, o que fez com que saísse de lá com todo um ar gorduroso, mas muuuuito descansada.

Nos dias que correm, estava mesmo a precisar de um miminho destes para me sentir melhor.
Thanks N.!

Continuação...

Se antes a quebra vinha de dentro, agora tenho imagens a acompanhar...
É difícil ver a minha ilha do coração assim, alagada, destruída. Ver os sítios onde fui feliz, com o rasto de destruição...
Acaba por ser irónico, porque faz um paralelismo perfeito com a felicidade que lá vivi.

Saturday, February 20, 2010

Quebra...


E há dias em que isto parece mais difícil que outros...

Thursday, February 18, 2010

Chapadas

Não penso no amanhã, não posso. Sempre que penso cai-me a realidade em cima e mostra-me que o que era certo já não é, o que estava planeado não acontece, o que era se queria fazer torna-se impossível...

Sendo assim, pensar para quê?

Os dias têm sido assim, chapadas de realidade todos os dias a todas as horas, daquelas chapadas em que olhas para o espelho e pedes que pare, que já chega, que já se percebeu, mas que mesmo assim, continuam, mais um dia, mais outro, mais outro...

Oh vocês aí em cima, sejam lá quem forem, revejam lá esta situação fáxóvor!

Wednesday, February 17, 2010

Este blog é *****

Imparcialmente cedido por Fuschia.

Diz que é para passar a 5 blogs e dizer 5 das minhas músicas preferidas. Cá vão:

Addictive - Truth Hurts

Lately - Stevie Wonder

My Love - Justin Timberlake

Faz parte do meu show - Cazuza

Stop, look, listen to you heart - Diana Ross & Marvin Gaye


E estas estrelas vão para o Sadeek, o aespumadosdias, o Um gajo qualquer, à nCoisas e à Pólo Norte. Estou curiosa sobre os gostos musicais destes cinco blogueiros da nossa praça, acho sempre que dizem muito sobre a pessoa.

Amigos ou algo mais

Para mim os amigos são como se fossem família, são a extensão da família, e por isso, agora direccionando a conversa a amigos homens, não consigo nunca vê-los como pessoas com quem possa haver algo mais, quando são amigos-amigos, deixo automaticamente de ver o homem. É assim, nada a fazer.
Agora, e quando o amigo não deixa de ser homem, e por isso existe mais, mais do que amizade, menos que amor. Como perceber se, não estando apaixonada, o que é que estamos realmente a fazer?
É que quando há o entendimento de um amigo e o entendimento de um amante, será assim tão importante que falte o amor (ou sucedâneos)? Será difícil construir alguma coisa com estas bases?

Nos dias que correm, em que vivo no presente, tento esquecer o passado e a não dou muito espaço para pensar no futuro, penso que não preciso mais do que isso.

Tuesday, February 16, 2010

The truth

Monday, February 15, 2010

Under the Tuscan Sun


Diz que há um caminho de ferro entre Veneza e outra cidade que não me lembro, que foi construído muito antes de haver um comboio que andasse neles, porque sabiam, que eventualmente iria haver.
E isto foi o que mais tirei deste excelente filme, que estou para ver desde que esteve no cinema, o facto de podermos (e devermos) ir "construindo o espaço" para as coisas que queremos ter, porque mais tarde ou mais cedo elas irão "morar" nele.

Construindo...


(há ali no filme um ou outro cenário com um ar muiiiiito fraquinho, de plantado, mas tirando isso, muito bom!)

Sunday, February 14, 2010

O que há a dizer do dia de hoje

Um frio de morte e fui passar meia hora a Carcavelos. Depois fui ter a Cascais com uma amiga para lanchar, percorremos todas as capelinhas capazes de nos satisfazer a esse nível e em nenhuma havia uma mesa.
Do telemóvel recebi a ideia de que os sinais estão contra nós (e depois eu é que sou pessimista!).

Ora o que há a dizer do dia de hoje, em que o frio, a chuva fustigaram quem teve a coragem de sair de portas, é que vou ser tia mais uma vez. Enquanto não tenho os meus, vou tendo sempre com que me entreter e ir treinando!

(p.s. para mim os sinais são sempre lidos de maneira positiva - volto a dizer, e depois sou eu é que sou pessimista!)

Friday, February 12, 2010

Constatações II

Adoro "controlar" rotundas.

Collants só para o jg





Joshua Jordan

O jg pergunta num comentário, "alguma vez viste uma imagem (foto) de uma fulana com os ditos collants sem sem na embalagem onde são vendidos?!?!", pois cá está a resposta, vi e não são poucas, isso para não falar das minhas próprias fotos, que não são para aqui chamadas.

Deixo-te então algumas imagens de editoriais fotografados por Joshua Jordan para algumas das mais conceituadas revistas de moda.

Thursday, February 11, 2010

Constatações

Gosto tanto de pessoas que dizem "stander".

Complemento de outfit


Há anos que faço uma espécie de colecção de collants (espécie porque as visto e eventualmente se vão estragando), adoro tudo o que são collants com padrões, desenhos e afins, por isso as colecções da "Les Queues de Sardines" foi um bom enchimento de olho já que para comprar aqui no pequeno retângulo, só indo até Coimbra...

Ahh como a Cigarra...


Estou a ver o debate da AR, e nesta altura estou a tentar perceber, o que a deputada Sónia Fertuzinhos do PS, quis dizer com a sua intervenção, em que fazia uma descrição do que foi feito pelo governo do seu partido desde 2005, e ia dizendo "como a Cigarra".
Ora não sei que outra história de crianças há com cigarras, mas na que eu conheço, a Cigarra, cantou o Verão todo, sem fazer nada, enquanto a Formiguinha amealhava para o Inverno... Traduzindo para o contexto, então a deputada esteve a dizer que o governo passou este tempo todo, desde 2005, a cantar muito e a fazer pouco.

Ah! Assim já se percebe! Cá está uma deputada verdadeira na sua intervenção, mesmo sendo contra o seu partido. Parabéns Sónia Fertuzinhos, não há nada como a verdade!


(pelo que lhe ouvi e vi, pareceu-me alguém que realmente acredita e que se calhar também se esforça, para que as suas crenças valham de alguma coisa, mas acho que está ou no partido errado, ou ainda não deu conta que luta contra a maré...)

Wednesday, February 10, 2010

Crónicas do regresso à adolescência...

ou o como se pode estar tão desejoso de ver alguém de malas à porta!

Como disse aqui estou numa espécie de regresso à aborrescência e por isso não há nada que mais queira que ver mamãe de férias, de preferência longe do ninho!
Pois bem, hoje entrou de férias (yuuuuupiii!), mas não sabe em que dia vai realmente de férias (ohhhhh...). E de maneira que hoje é isto, toda uma vontade de começar a ver malas a serem feitas e a não estar a ver maneira de isso acontecer!

Tuesday, February 09, 2010

Fim de semana cultural

Já está um bocadinho ultrapassado, não seja hoje 3ª feira, mas tinha que vos falar do concerto de Rão Kyao que foi no sábado.
A junção de Rão Kyao e alguns fadistas da nossa praça, resultou excelentemente. O concerto tinha metade duetos com fadistas e outra metade o Rão, acompanhado apenas por Renatinho Júnior (piano), Ruca Rebordão (percursões) e as suas inúmeras flautas. Aquele som intemporal que nos descansa é um balsamo para a alma. Foi realmente muito bom.
(ok tirando aqueles jogos de luzes que de vez em quando me cegavam os olhos...)

No domingo, "A Cidade", com basicamente toda a gente! Mentira... Mas o elenco era enorme e grande de talento. O texto esteve bem apanhado. Eu já tinha visto uma peça com o texto da "Lisistrata", chamava-se "Guerra de Sexo", e foi péssimo, brejeiro até dizer chega e com partes de alguma mau gosto, agora este não, muito bem escolhidas as palavras, e mesmo metendo um palavrões gigantes de vez em quando pelo meio, nunca chegava a ser de mau gosto.
O texto era uma colagem de vários textos da obra de Aristófanes, desde "Lisistrata" à "As aves", por isso que teve mais de 3 horas, um bocadinho sofridas naquela cadeira, porque só teve um intervalo e pernas e rabo já se estavam a queixar. Ah isso e a barriga...
Mas valeu a pena, ver o Nuno Lopes de pé partido a fazer a peça na mesma (isto o seu rabinho jeitoso, sem pêlo ou depilado não sei), ver o Bruno Nogueira a fazer de "third eye" hilariante de uma cena... Foi muito bom.

E pronto foi esta a parte cultural do meu fim-de-semana, o resto não conto! :oP

Thursday, February 04, 2010

I'm not that into you

Esta é a ideia que temos sempre que passar quando queremos ser bem sucedidas num início de "qualquer-coisa".
Os homens acham que nós somos assim, que gostamos deles maus, torcidos e de preferência que não nos liguem nenhuma. Eu digo que vocês - sim VOCÊS, que me lêem a abanar a cabeça em sinal de assentimento, daquilo que acham que é a que uma mulher reage melhor - são bem piores que nós, quando demonstramos que "vos gostamos" e vos queremos, vocês incham, passa-vos o filme do "ela-já-está-a-pensar-na-aliança-no-vestido-e-no-casamento" e de peito inchado e ar galante, fogem a 7 pés!
Agora, se gostarmos, mas nos mantivermos na nossa, numa postura de "estou-aqui-mas-podia-não-estar-se-tivesse-algo-melhor-para-fazer", vocês aparecem todos delicodoces, com atençõezinhas e outras coisinhas.

Eu sei que isto do jogo do "gato e do rato" tem sempre as suas nuances e que se prefere sempre algumas mãos de jogo, até se chegar a um consenso, mas este jogo de forças é desgastante e por muito que se goste, perde-se imenso tempo.
Não sou da opinião de que nós sejamos assim, que quando estamos interessadas, se a outra parte se mostra também, dá-nos uma crise de pânico e fugimos esbaforidas, nada disso, muito pelo contrário, é a felicidade, mesmo que essa felicidade dure pouco tempo.

De qualquer maneira, meninas apaixonaditas por esse mundo fora, isto é o que tem que estar escrito nas vossas testas (I'm not that into you) enquanto não chegar o momento de abrir o jogo. Mas quando chegar, digam-lhes realmente o que querem e o que vos passa pela cabeça, sem subterfúgios, sem meias palavras ou frases para ler nas entrelinhas. Nós temos a mania de que eles percebem estas coisas, e até, na loucura, fazem o mesmo... NOT!

Se quiserem ser bem entendidas, façam-se entender, mas enquanto essa hora não chega... You're not that into him!

Coisas que ODEIO!

Combinações em cima da hora; desmarcações em cima da hora; pessoas que não sei se estão a rir de mim ou para mim; gente que cospe no chão; gente que não tem maneiras à mesa; que me chamem de gatinha; que me chamem de fofa; tomar banho de água morna; leite; que me ignorem; ter que lavar loiça sem luvas; bolos de côco; que me salpiquem em praias ou piscinas quando estou a tentar vencer o frio da água; palhaços; house comercial; que me tentem engatar numa discoteca; que não agradeçam quando dou passagem no trânsito; ...

Assim de repente não me lembro de mais.

Tuesday, February 02, 2010

O meu novo eu

Se há coisa que os últimos 10 anos me ensinaram (sim, ando a aprender desde essa altura, embora só me tenha caído a ficha agora, vá-se lá saber...) é a não ter medo de perder, quando não se tem realmente.

Eu explico.

Há situações em que nos sentimos na prateleira (para quando dá jeito), ou que alguém não está na relação, do mesmo modo que nós (quando não há coh***s para pôr um fim à alma moribunda), ou que o que temos na altura já não nos satisfaz, e muitas vezes, vamos deixando andar, com o pensamento do dá-lhe tempo, que pode ser que as coisas se componham/ele passe a gostar mais de mim/as coisas evoluam, ou só mesmo para continuarmos a ter o que temos, que pode ser pouco, mas sempre é alguma coisa.

Pois, eu era assim, infelizmente em algumas más relações, o amor cegava-me de tal forma, que deixava de ser eu própria, para ser outra, com a qual não me identifico (nem ninguém que me conheça) e passava a permitir quase tudo com o lema "é para um bem maior" (já falei disto noutro post), e esse "bem", nunca chegava.
Hoje sou toda uma nova pessoa, não tenho um aperto no estômago com a perspectiva de deixar de ter quem, pelos vistos, não me quer.

É simplesmente isso. Já não há medo.

Voto em adoptar este dia!

Diz a Parisiense que hoje é dia de crepes e explica o porquê.
Para mim, sinceramente, não precisava de haver um porquê, basta adoptarmos este dia (já temos adoptado tantos outros e muito menos saborosos!). Era termos o Dia dos Crepes e haver mil sítios onde os ir comer, todos diferentes todos iguais, com Nutella!

Ok, estou a salivar! Que chatice!